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Polgreen no Bioplastics Brazil 2025: o que levamos do principal encontro de bioplásticos

Equipe Polgreen

2 min de leitura

Equipe Polgreen diante do painel do Bioplastics Brazil 2025, no Centro de Convenções ABIMAQ
Bioplastics Brazil · 4ª edição · junho de 2025

Nos dias 11 e 12 de junho de 2025, a equipe Polgreen esteve no Centro de Convenções ABIMAQ, em São Paulo, para a 4ª edição do Bioplastics Brazil. O evento reuniu fabricantes de resinas, transformadores, marcas, pesquisadores e especialistas em regulação em mais de 20 palestras ao longo de dois dias.

Bioplastics Brazil 2025: a presença da equipe Polgreen em São Paulo

Por que estivemos lá

A Polgreen produz filmes hidrossolúveis de PVA e trabalha com biopolímeros compostáveis de PLA com PBAT. Estar no mesmo ambiente que a cadeia de bioplásticos é a forma mais direta de acompanhar o que muda em matéria-prima, certificação e exigência de mercado, e de levar essa leitura para os projetos dos nossos clientes.

Também é onde o mercado aprende a diferenciar os materiais. Biodegradável, compostável, biobaseado e hidrossolúvel não são sinônimos, e essa confusão ainda trava decisões de compra. Explicamos as diferenças no nosso guia contra o greenwashing.

Bioplastics Brazil 2025, Centro de Convenções ABIMAQ, São Paulo

No palco: painéis com quem faz a cadeia girar

O auditório ficou cheio do primeiro ao último painel. Nas mesas, fabricantes, transformadores e especialistas discutiram matéria-prima, certificação e o que o mercado já está exigindo de quem fornece embalagem. O tom foi prático: menos promessa e mais caso real, custo de troca e comprovação de descarte.

Esse diálogo direto é o que mais nos interessa. As questões debatidas no palco são as mesmas que chegam ao nosso diagnóstico: quanto custa trocar, como comprovar o descarte, como a linha de envase se comporta com um material novo.

Painéis no auditório do Bioplastics Brazil 2025, Centro de Convenções ABIMAQ

O que levamos para os nossos projetos

1. Prova vale mais do que discurso

Compradores corporativos querem laudo, norma e teste na própria linha. Por isso cada projeto Polgreen começa com diagnóstico e termina com piloto acompanhado, e mantemos os laudos de solubilidade, biodegradabilidade e não toxicidade disponíveis sob solicitação.

2. O material certo depende do destino

Não existe um bioplástico que resolva tudo. Se a embalagem vai para a água, o PVA hidrossolúvel elimina a etapa de abrir e descartar. Se vai para o lixo orgânico ou a compostagem, o PLA com PBAT é o caminho. A escolha começa pelo descarte real, não pelo rótulo.

3. Regulação acelera a troca

As restrições a sacolas e plásticos de uso único seguem avançando em estados e municípios. Quem se antecipa troca com calma e com piloto. Quem espera troca com pressa. Acompanhamos o tema no artigo sobre leis de sacolas plásticas.

Fazer o diagnóstico

Fontes

  1. Bioplastics Brazil, site oficial do evento

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